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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Iepha-MG reconhece o Túnel da Mantiqueira e a Serra de São Domingos como bens tombados.

Iepha-MG reconhece o Túnel da Mantiqueira e a Serra de São Domingos como bens tombados.

O governo de Minas Gerais, por meio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), acaba de reconhecer mais dois importantes bens como patrimônio material do estado. O Conselho Estadual do Patrimônio Cultural de Minas Gerais (Conep) aprovou, por unanimidade, na terça-feira, dia 30 de maio, em reunião realizada na sede do Iepha-MG, o tombamento de dois pontos turísticos: o Túnel da Mantiqueira, localizado no município de Passa Quatro; e a Serra de São Domingos, na cidade de Poços de Caldas. Ambos estão localizados no sul de Minas.

"Em relação ao tombamento da Serra de São Domingos, em Poços de Caldas, o Iepha-MG desenvolveu um trabalho importante de levantamento, pesquisa e análise. O Túnel da Mantiqueira constitui um sítio histórico da maior relevância para a história do Brasil, onde ocorreram embates dramáticos das revoluções de 1930 e 1932", comenta Angelo Oswaldo, secretário de estado de Cultura de Minas Gerais.


Túnel da Mantiqueira


O túnel, localizado no município de Passa Quatro possui um importante valor histórico e cultural.  Construído no fim do período monárquico, foi a primeira linha férrea a chegar ao sul do estado, sendo um dos principais palcos de batalhas nas revoluções de 1930 e de 1932, por interligar São Paulo e Minas Gerais. Trata-se do primeiro bem tombado que pertence a dois estados distintos.

O edifício da antiga estação, embora singelo, possui elementos típicos da época em que foi construído, remetendo a uma arquitetura inglesa, que influenciava o mundo no século XIX. O estado atual de conservação demanda algumas intervenções, indicadas nas diretrizes do dossiê. Os arrimos e as canaletas da edificação foram muito bem executados, demonstrando o domínio das técnicas construtivas.

Os equipamentos existentes no pátio ferroviário representam os avanços técnicos do final do se%u0301culo XVIII, incluindo o sistema de drenagem de água, o túnel e o raro girador.

Hoje, o local é referência no turismo regional, sendo utilizado como atração pelos hotéis da região, originando, assim, benefícios para o desenvolvimento socioeconômico de Passa Quatro e redondezas.


Beleza natural


A Serra de São Domingos, a partir do seu tombamento constitucional no ano de 1989, passou a ser reconhecida como patrimônio cultural do estado de Minas Gerais. Faltava, no entanto, definir o perímetro da área tombada e as diretrizes de proteção que passam a incidir sobre o  bem cultural, a fim de garantir sua efetiva preservação. Sendo assim, a deliberação do Conep de terça (30) regulamentou o tombamento da serra.

Localizada também no sul do estado, no município de Poços de Caldas, é o maior patrimônio ecológico da cidade. Com grande importância para o lazer e turismo, já foi local de disputas entre as capitanias de Minas Gerais e São Paulo, devido à existência de nascentes com propriedades medicinais.

A região representa a importância do manancial hídrico que abastece o complexo hidrotermal de Poços de Caldas. É também um importante marco geográfico, já que emoldura a cidade, garantindo maior qualidade urbana e ambiental.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

VI Encontro de Bandas de Musica Distrito do Rio das Mortes.

O VI Encontro de Bandas do distrito do Rio das Mortes é uma realização da Corporação Musical Lira do Oriente Santa Cecília, banda centenária com seus 121 anos de atividades ininterruptas. O evento conta com o financiamento do Governo de Minas, por meio da Codemig. Estão sendo aguardadas a presença de mais de 10 bandas da região. Com o objetivo de resgatar o antigo costume mineiro de reunir a família para assistir à passagem de fanfarras e de bandas marciais, esta edição busca promover de forma significativa o distrito.






RIO DAS MORTES PREPARA O VI ENCONTRO DE BANDAS
No dia 04 de Junho, o distrito de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno promoverá a sexta edição do Encontro de Bandas de Música. Organizado pela Corporação Musical Lira do Oriente Santa Cecília, banda centenária com seus 121 anos de atividades ininterruptas. O evento conta com o financiamento do Governo de Minas, por meio da Codemig. Estão sendo aguardadas a presença de mais de 10 bandas da região.
Com o objetivo de resgatar o antigo costume mineiro de reunir a família para assistir à passagem de fanfarras e de bandas marciais, esta edição busca promover de forma significativa o distrito. O local tem suas particularidades como ser terra natal da Beata Nhá Chica e possuir as ruinas do batistério, local exato onde Francisca foi batizada. Na atual igreja de Santo Antônio está preservada a mesma pia batismal que a beata recebeu o seu batismo.
Outro fator cultural de evidência é a existência de um dos grupos de congada mais antigos de Minas Gerais, 335 anos de existência. E uma outra curiosidade, nas paredes da igreja encontra-se pinturas de milagres atribuídos a Santo Antônio, com destaque para uma cena, na qual retrata uma conversa de Santo Antônio livrando uma alma das mãos do diabo. Além de imagens de santos oriundas do século XVIII.
O início está marcado para 8h, com a execução do Hino Nacional Brasileiro. Em seguida a formação do tradicional bandão executando os dobrados “Capitão Caçula” e “Dois Corações” e desfiles das agremiações. Às 10h, ocorrerá uma Celebração da Eucaristia. No período vespertino, às 13h, tem o início das apresentações individuais em um espaço exclusivo montados na Praça Principal, onde permitem que as bandas se aproximem do público, em apresentações especiais. O evento está previsto para se encerrar às 17h e conta com a participação de cerca de 400 músicos.
Fonte: https://www.facebook.com/events/544719145916863/permalink/558470467875064/
Willian Carvalho

sábado, 13 de maio de 2017

Como beber cachaça.

 Como beber cachaça?
Não existe uma única forma considerada “correta” para apreciar uma boa cachaça, mas podemos citar alguns fatores que contribuem para a apreciação do sabor da verdadeira cachaça.
1) O Copo
O copo deve ser curto, como os chamados “copos de shot”:

Ou então deve ser usado o cálice de cachaça:


O cálice é uma alternativa mais elegante enquanto o copo mais curto confere um visual mais rústico a bebida.
2) A hora de beber
Muitas pessoas alegam que a cachaça é uma bebida muito forte e que “desce queimando”.
Para evitar este tipo de sensação, a cachaça deve ser degustada da forma correta.
Em primeiro lugar o copo de cachaça não deve ser bebido de uma vez. Um cálice ou copo deve ser o suficiente para três ou quatro goles.
Mas antes do gole é importante que o apreciador sinta o cheiro da cachaça, deixando que o olfato se acostume com o cheiro da cana e da madeira que são percebidos na bebida.

3) Durante o gole
Depois é hora de dar um gole! Para quem realmente quer apreciar o sabor desta bebida tão especial, é importante que deixe a bebida na boca por um tempo antes de engolir, pois a língua revela sabores diferentes durante a degustação.
Para evitar a sensação de queimação, é importante que seja observada a respiração: O degustador deve expirar todo o ar e antes de inspirar de novo engolir a cachaça.
                                                 

Fonte: http://oandante.com.br/como-beber-cachaca/

Existe uma forma correta de beber cachaça?

Qual a melhor forma de apreciar todos os aromas e sabores que uma cachaça pode oferecer? É uma heresia colocar gelo? E a cachaça gelada? É válida ou é só modinha? Ache sua resposta!

Segundo a legislação, devemos medir a graduação alcoólica da cachaça utilizando um aparelho, semelhante a um termômetro, chamado alcoômetro, que nada mais é que um densímetro que indica a densidade da mistura de álcool e água de um determinado volume de cachaça. Como sabemos a densidade da água e a do álcool, fazendo uma conta simples (ou, mais fácil ainda, utilizando uma tabela), descobrimos a porcentagem de álcool presente na mistura. E essa medição deve ser feita a 20°C.
A partir desse dado poderíamos afirmar que a cachaça deve ser apreciada a uma temperatura de 20°C, correto? Não exatamente, pois existem diversos fatores mais subjetivos (sensoriais e de ambiente) que podem tornar a experiência mais prazerosa e não são considerados pela regra técnica.
Por exemplo: vivemos em uma país de clima tropical, que no verão pode atingir temperaturas escaldantes. Em um dia quente, de bastante calor, pode ser muito agradável apreciar uma cachaça bem gelada. E o motivo vai além do poder refrescante. Gelada, a cachaça fica menos volátil e libera menos vapores. Esses vapores carregam as moléculas responsáveis por sensibilizar nossos sentidos e nos fazer sentir as características de aroma e sabor da bebida. Enquanto a temperatura do copo vai subindo, a bebida vai liberando cada vez mais esses vapores. Assim, cada estágio vai nos permitindo novas sensações. Resumindo: a bebida evolui no copo.
E o inverso também é válido. Em um dia frio de inverno, uma cachaça pura a temperatura ambiente vai nos oferecer uma sensação de calor e aquecer nosso corpo e nossa alma.
E o gelo? Ah! O gelo. Polêmico, ele também pode ter seu papel. À medida que ele resfria a bebida, limita os já citados vapores alcoólicos, o que vai suavizando a sensação da bebida. Ao mesmo tempo, ele também vai diluindo a cachaça, o que permite que a sensação alcoólica seja menor e interfira menos nos aromas. Ou seja, pode nos permitir sentir sabores mais sutis que possivelmente ficariam mascarados pela potência do álcool.
Mas aqui vale um alerta. Não é qualquer cachaça que consegue segurar uma boa pedra de gelo. Cachaças com graduação alcoólica baixa – lembrem, a cachaça pode ter de 38% a 48% de álcool – podem ficar aguadas rapidamente conforme o gelo derreter. Por isso, se você quiser apreciar uma cachaça “on the rocks”, prefira uma com volume alcoólico superior a 41%.
Tirando isso, minha dica mais valiosa é: aprecie sua cachaça da maneira que lhe dê mais prazer. E, preferencialmente, em uma boa roda de amigos.
Mauricio Maia
Fonte: http://paladar.estadao.com.br/blogs/ocachacier/existe-uma-forma-correta-de-beber-cachaca/

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Canjiquinha Mineira e uma boa cachacinha.

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      1 pacote de 500 g de canjiquinha
·         2 kg de Suan.
·         3 caldos de carne
·         Couve à vontade
·         200 g de bacon cortado em cubinhos
·         200 g de calabresa cortada em cubinhos
·         Sal a gosto
·         Cebola a gosto
·         Alho a gosto
·         Salsa a gosto
·         Pimenta-do-reino a gosto
·         200 g de queijo mussarela ou queijo minas cortados em cubinhos


http://c.t.tailtarget.com/view/TT-10531-7/6POAVJAO32/track?tZ=2202530290
http://img.itdg.com.br/tdg/assets/layout/blank.gifMODO DE PREPARO
1.Deixe a canjiquinha de molho em água de um dia para o outro (pode fazer sem deixar de molho, mas o tempo de cozimento dobra)
2.A mesma coisa faça com a carne
3.Tempere com alho, cebola picadinha, sal (a gosto), salsa, pimenta-do-reino, tudo batido no liquidificador, despeje sobre a carne, deixe em uma vasilha tampada na geladeira de um dia para o outro
4.Em uma panela de pressão coloque a canjiquinha com água até cobrir (3 dedos acima) e junte os 3 caldos de carne
5.Tampe e deixe cozinhar (o tempo de cozimento varia de panela para panela, mas aqui levou em média uns 40 minutos)
6.Enquanto a canjiquinha cozinha, em uma panela grande, coloque óleo suficiente para tampar o fundo e deixe esquentar bem
7.Após estar bem quente coloque aos poucos a carne para fritar
8.Retire o líquido periodicamente separando em um recipiente
9.Após a carne estar toda frita, junte ao líquido e reserve
10.           Na mesma panela que fritou a carne, adicione 2 colheres de óleo e refogue cebola com alho picadinho e a calabresa cortada em cubinhos
11.           Junte a carne e depois a canjiquinha já cozida
12.           Acrescente salsa picadinha
13.           Enquanto isso corte a couve em tirinhas bem finas e refogue em 2 colheres (sopa) de azeite, alho picadinho e sal e o bacon em cubinhos
14.           Você poderá juntar a couve ou deixar separado à mesa

15.           Sirva quente com um fio de azeite por cima e coloque no fundo do prato cubinhos de queijo minas ou 
mussarela.
                               Te acompanhamento Cachaça Seleta a melhor do Brasil.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Pitanga fruta do Brasil e de Minas Gerais

Pitangueira

A pitangueira é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira, onde é encontrada na floresta semidecidual do planalto e nas restingas, desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul em regiões de clima subtropical. Apesar de ser tipicamente brasileira, esta espécie atualmente pode ser encontrada na ilha da Madeira (Portugal), na América do Sul (ArgentinaBolíviaGuianasParaguaiUruguai e Venezuela), América Central (incluindo Caribe), América do Norte (exceto Canadá) e África (GabãoAngola e Madagascar)[1].

É uma árvore medianamente rústica, de porte pequeno a médio, com 2 a 4 metros de altura, mas alcançando, em ótimas condições de clima e de solo, quando adulta, alturas acima de 6 metros.[3] e até, no máximo, 12m. A copa globosa é dotada de folhagem perene. As folhas pequenas e verde-escuras, quando amassadas, exalam um forte aroma característico. As flores são brancas e pequenas, tendo utilidade melífera (apreciada por abelhas na fabricação do mel).
A planta é cultivada tradicionalmente em quintais domésticos. O seu plantio é feito simplesmente pela colocação de um caroço de pitanga no solo ou pelo transplante de uma muda até o local adequado ou por meio do próprio fruto. Dá-se bem em quase todo tipo de solo, incluindo os terrenos arenosos junto às praias e terrenos secos. É também usada como árvore ornamental em áreas urbanas de cidades brasileiras, na recuperação de áreas degradadas de sistemas agroflorestais multiestrato e em reflorestamentos heterogêneos. As pitangueiras com frutos são um ótimo atrativo para pássaros e animais silvestres em geral. Além de ser usada na medicina popular para tratar cefaleia.
A tradição popular atribui algumas qualidades terapêuticas às infusões feitas com as folhas verdes da pitangueira ("chá" de pitanga ou "chá" de pitangueira)
Pitanga. Fruto pequeno, mas de uma poupa muito gostosa.
Foto: Eduardo Braga. SJDR

Geleia de Pitanga

INGREDIENTES

  • 300 g de pitanga
  • 300 g açúcar refinado
  • Água
  • Vidro para guardar a geleia (vidro esterilizado com água quente)


MODO DE PREPARO
1.              Pegue as pitangas, lave bem, retire os cabinhos que acabam vindo juntas
2.              Pegue a peneira e coloque as pitangas na peneira e amasse bem para sair      a polpa
3.              Coloque na panela a polpa e açúcar, leve ao fogo, deixe derreter o açúcar, mexendo sempre
4.              Acrescente um pouco de açúcar para não grudar no fundo
5.              Mexa até ele ficar encorpado
6.              Ele dá uma reduzida, vai ficar uma calda grossa, mas é uma delícia
7.              Deixe esfriar, depois coloque no vidro
8.              Usar nas torradinhas, biscoitos, no pãozinho
9.              Leve à geladeira








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quarta-feira, 29 de março de 2017

Mais uma da nossa culinária mineira TUTU À MINEIRA

                        TUTU À MINEIRA





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INGREDIENTES

  • 1/2 kg de feijão cozido sem tempero
  • 2 cebolas cruas raladas
  • Farinha de mandioca
  • Pimenta do reino
  • 1 colher de sopa de cachaça
  • 2 ovos cozidos
  • 1/2 kg de lingüiça frita ou assada no forno
  • 200 g de bacon frito em cubinhos
  • Couve refogada                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      MODO DE PREPARO
    Bater o feijão no liquidificador com o caldo do cozimento
    Dourar a cebola na gordura do bacon
    Refogar o feijão com alho amassado
    Colocar uma pitada de pimenta do reino, uma colher de cachaça, sal a gosto
    Quando abrir fervura, colocar lentamente a farinha de mandioca, mexendo sem parar, até o ponto de um pirão
    Misturar o bacon frito e a linguiça picadinha
    Despejar numa tigela e enfeitar com rodelas de ovos cozidos, couve e molho de cebola
    O tutu deve ser mole pra não ficar seco  
  • Não pode faltar acompanhamento.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Cidades Mineiras para serem visitadas no frio

Monte Verde
Não dá para falar em inverno em Minas Gerais sem pensar em Monte Verde, pequeno distrito de Camanducaia, no Sul do estado. Encravado na Serra da Mantiqueira, o povoado é um refúgio arborizado, cercado por araucárias, pássaros e esquilos e a típica hospitalidade mineira. Suas casas com arquitetura alpina conferem um clima todo especial ao destino, conhecido por ser uma ótima opção de passeio romântico. Ecoturismo, esportes radicais, ótimos hotéis, pousadas e restaurantes garantem diversão para toda a família.

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Para completar o pacote, o distrito abriga, de 2 a 23 deste mês, a quarta edição do Festival de Inverno de Monte Verde, promovido pela Prefeitura de Camanducaia. Shows, concertos, apresentações de rua e oficinas culturais gratuitas movimentam ainda mais a região, conhecida por se transformar durante os meses de julho e agosto pela alta procura pelos turistas, principalmente do estado de São Paulo. Um dos destaques do festival é a Casa da Gastronomia, que contará com uma vasta programação de cursos e oficinas para todas as idades e gostos.

Em todos os setores do distrito, há opções para diferentes públicos. A diária para hospedagem varia de R$ 180 a R$ 1.800. Nos restaurantes, o cardápio oferece desde a mais tradicional cozinha mineira até pratos típicos da culinária europeia. Para quem não se contenta em comer bem e tomar um vinho ou chocolate quente, passeios de jipe, a cavalo, tirolesa e trilhas ecológicas dão um toque de aventura ao destino. E não se esqueça: antes de voltar para casa, aproveite para levar alguns dos deliciosos produtos locais, como queijos, cervejas, geleias e chocolates.


Ouro Preto
A antiga capital de Minas, na Região Central do estado, é um ótimo destino em qualquer estação do ano. A vantagem do inverno é que o frio ajuda a encarar suas famosas ladeiras. Com mais de 300 anos, Ouro Preto é um museu a céu aberto, guardando boa parte da história da exploração do ouro no século 18 em suas construções e famosas igrejas.



LAVRAS NOVAS 
O distrito de Ouro Preto merece destaque, pois é um dos destinos preferidos de casais apaixonados. A pequena cidade, com pouco mais de 1.500 habitantes, é um refúgio típico de Minas, com ruas de pedras, natureza preservada e, claro, boa comida. Curtir as pousadas e restaurantes do distrito já é um ótimo passeio para muitos. Mas se você não se contenta com isso, trilhas ecológicas e esportes como rapel e trekking podem ser boas opções de diversão. Durante julho, festas juninas animam ainda mais a cidade. Lavras Novas também é conhecida pelas belas cachoeiras e poços naturais, além de pousadas confortáveis (foto). Resta saber se você vai encarar a água neste frio. 


MARIA DA FÉ 
Esse pequeno município detém o título de cidade com a temperatura mais baixa já registrada no estado (- 8,4°C, em 21 de julho de 1981). Também na Serra da Mantiqueira, Maria da Fé é conhecido internacionalmente pela produção de artesanato feito com a fibra de bananeira. As oliveiras na praça central completam o cenário de tranquilidade típico das pequenas cidades de Minas Gerais. Maria da Fé tem uma grande vocação para o turismo rural e o ecoturismo devido ao ambiente acolhedor da região e das belas fazendas, aliada à ótima gastronomia, cachoeiras e matas. Outra atração é Pico da Bandeira (não confundir com o outro Pico da Bandeira, bem mais famoso, localizado no Parque Nacional do Caparaó)


PARQUE CAPARAÓ 
Belas paisagens, adrenalina e baixas temperaturas. O Parque Nacional do Caparaó é um destino recomendado para o turista que não dispensa a aventura. Na Região da Zona da Mata, o destino abriga o terceiro ponto mais alto do Brasil: o Pico da Bandeira, com 2.891 metros de altitude. A portaria do Parque, em Minas Gerais, está localizada no município de Alto Caparaó, ponto de partida para as trilhas. No local existe uma área para acampamento e um mirante, de onde é possível avistar várias cidades da região. A subida até o cume do pico dura cerca de nove horas, compensadas por várias cachoeiras e piscinas naturais que existem ao longo do percurso. Depois de tanto esforço, o presente: a vista privilegiada


CAXAMBU 
Uma das principais cidades do Circuito das Águas de Minas Gerais, Caxambu, no Sul do estado, é importante instância hidromineral. Tem a maior concentração de águas carbogasosas do planeta, com 12 fontes de diferentes composições químicas, entre elas, águas minerais com alto poder diurético e desintoxicante que atraem turistas de todas as partes durante todo o ano. As fontes estão concentradas no Parque das Águas Dr. Lisandro Carneiro Guimarães. Na Serra da Mantiqueira, a cidade também oferece, além das belezas naturais, atividades como passeios de charrete, cavalo, bicicleta e trilhas ecológicas. Durante os fins de semana de julho, ocorre também o Festival de Inverno de Caxambu, com atrações musicais e mostra de orquídeas. Também dá para aproveitar produtos locais, como doce de leite, ambrosia, geleias e queijos.


EXTREMA 
Na divisa de Minas Gerais com São Paulo, Extrema é conhecida c omo a porta de entrada do estado. Localizada na Região Sul, a cidade tem um ar puro e clima agradável de montanha, cercada por cachoeiras e uma rica vegetação. Como a época não é propícia a banhos em cachoeiras, o melhor é aproveitar os ótimos hotéis e pousadas, os bares e restaurantes com comida típica de Minas e seu povo bastante hospitaleiro. Também é possível ter uma bela vista das montanhas da região na Pedra Sapo, com mais de seis metros de altura. Outra atração é o Festival de Inverno de Extrema, durante os meses de julho e agosto, que levará apresentações de música, teatro e dança de grupos e artistas nacionais, garantindo diversão para toda a família


POÇOS DE CALDAS 
Se o clima está frio, que tal aproveitar algumas fontes naturais de águas quentes e sulfurosas em Poços de Caldas, no Sul de Minas. Um dos grandes motivos de orgulho da cidade, elas são conhecidas pelas características terapêuticas, atraindo turistas de todas as partes há muito tempo. São diversas minas, de onde brotam esse precioso líquido, que deu fama à cidade e a firmou no circuito de turismo medicinal. Um exemplo é o Balneário Dr. Mário Mourão, com banhos de imersão que são realizados em cabines individuais na água que sai diretamente da fonte a uma temperatura de 41°C. E o inverno é uma das temporadas mais movimentadas em Poços. Aproveite também e conheça os produtos artesanais da região, como os típicos doces artesanais e peças de decoração em vidro fundido.


GONÇALVES 
Pousadas muito bem decoradas, restaurantes e cafés convidativos e caminhadas em meio à natureza. A pequena Gonçalves, no Sul de Minas Gerais, conta com com boa infraestrutura, serviço atencioso e belas paisagens. A cidade é uma das mais altas da Serra da Mantiqueira e repleta de montanhas e picos. Se não dá para encarar as cachoeiras da região, passeios pela natureza, trilhas e prática de esportes, como mountain bike, rapel e cavalgadas, são opções de atividades.
FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/turismo/2016/07/06/interna_turismo,780011/para-curtir-o-friozim-minas-ferias-turismo.shtml